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Sequência de: A Sinfonia dos Sete Corpos - O ecossistema: homem-natureza-universo.

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A Arquitetura da Consciência

Os sete princípios

A Consciência, objeto deste ensaio, é o instrumento que o Eu Superior - a centelha divina no homem - disponibiliza, para que o ser monitore sua amplitude de percepção, sobre si mesmo e sobre o Universo. O termo se refere à relação íntima, interna, atenta e deliberada do ser consigo mesmo e que vai condicionar suas reações no plano do ego - corpo emocional - bem como a sua manifestação no mundo exterior.

A consciência não brota de contextos econômicos, familiares ou sociais, mas emana do próprio indivíduo e modula sua relação com o meio. Nesta acepção, a consciência é inerente ao ser, e seu status depende de sua amplitude de percepção. Ela não necessita de relacionamentos ou de circunstâncias externas para existir, embora incorpore revelações obtidas no seio destes relacionamentos e circunstâncias.

Assim, a consciência é independente de cultura, de conhecimento, de status social, de profissão, de religião, ou do que quer que possa caracterizar a personalidade do indivíduo; ela é independente até mesmo do plano em que este individuo existe.

A consciência se ancora na coluna dos sete corpos inerentes ao ser - físico, etérico, emocional, mental, intuitivo (da sabedoria), empático (do Amor Universal) e do espírito puro (a Presença da Fonte). A amplitude da percepção da consciência se define pelo nível hierárquico dos corpos com os quais a consciência resssoa. Quando a consciência ressoa apenas com os corpos inferiores - físico, etérico, emocional e mental - quem controla o ser é o ego, sem a participação da tríade superior - Sabedoria, Amor e Presença. Quando ela se expande, para alcançar os corpos superiores, o ego se torna consciente, iluminado que é pelos influxos dos atributos da tríade superior.

Assim definida, essa é a consciência que evolui, que desperta, que se expande em espiral, galgando planos cada vez mais sutis ( elevados ) no conjunto dos sete corpos que, em sua hierarquia, compõe a totalidade do ser.

Assim como os corpos do ser humano - em formação vertical - também a consciência que neles se ancora possue uma arquitetura de sete princípios - em formação horizontal - cuja representação gráfica poderia trazer a visão de uma viga, uma barra ou travessão, que oscila ao longo da coluna de corpos, formatando, ambos - coluna e travessão - a figura de uma cruz, cuja altura do travessão ao longo da coluna hierárquica dos corpos indica o estado de consciência do ser que a ostenta.

Presença, Soberania, Intuição, Empatia, Voluntariedade, Responsabilidade e Criatividade são os princípios da arquitetura da consciência que emergem reluzentes ao tocarem as camadas transcendentes da coluna de corpos do ser. Estes princípios serão abordados em mais detalhes em ensaios posteriores.

A consciência é a presença horizontal de sete princípios, cruzando a coluna de corpos do ser. O ponto de interseção dessa presença horizontal, com a coluna vertical dos corpos, indica o nível de consciência do ser. Esse é o ponto que determina a amplitude de percepção com que um ser consegue tocar o Universo com sua consciência.

A presença horizontal, ao longo da coluna (eixo vertical) de corpos, desloca-se para cima ou para baixo - conforme a evolução da consciência seja positiva ou negativa - intensificando ou enfraquecendo o poder, o brilho e a própria presença de seus princípios.

A Coluna - eixo vertical (↑) - apresenta os corpos do ser, em uma estrutura integral, coesa e sinérgica, distribuídos a partir do corpo mais denso, o físico, até o mais sutil, o espírito puro. Os sete princípios da consciência se integram também em um único corpo que, quanto mais elevado na hierarquia de corpos, mais fazem brilhar a Luz que irradia de um ser iluninado. Quando a consciência conquista esse brilho intenso, não mais o perderá ao visitar os domínios do ego humano. Ao contrário, esse ego resplandecerá ao refletir o brilho da consiência, tornando-se um ego consciente.


Como compreender os Sete Princípios da Consciência?

Não perca o próximo “capítulo”

Roberto Guelfi
Enviado por Roberto Guelfi em 20/09/2026
Alterado em 27/09/2026
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